Prefácio: Essa matéria é muito importante para o meu coração. Eu sei, jornalistas não deveriam se envolver tanto com suas pautas, mas peço desculpas em avanço á vocês, essa matéria será um pouco mais auto-biográfica do que deveria...
No começo da minha vida pós-adolescência, sentei em um café com minhas melhores amigas, e conversávamos sobre a recente decepção amorosa de uma delas, a chamaremos de M. M suspirou e olhou para nós desoladamente e disse “ Mas porquê dói? O peito, o coração, não sei, dói demais.”. Nos não poderíamos naquele momento dar uma resposta útil, mas aquela conversa marcou a todas nós, 5 melhores amigas desde a época da escola. No começo dessa semana, escrevendo essa matéria, vi que M. estava online e lhe mandei a seguinte mensagem entusiasmada “M. eu sei por que o coração dói! Existem neurônios no coração!”.
Tão importante para mim e uma de minhas melhores amigas, ainda é muito mais importante na Neurociência. Segundo os especialistas, existem mais de 40 mil neurônios no coração, e ao contrário do cérebro, esses neurônios se comunicam simultâneamente. E ainda é o coração que inicia os sinais para o cérebro, atingindo a Amigdala e o Tálamo. Esse processo faz a comunicação entre os dois. Desde 1991 existe a área “Neurocardiologia” que estuda precisamente todas essas sinapses e desenvolvem pesquisas que cada dia mais enfatizam a existência de um “mini cérebro” dentro do coração, com funções específicas e até mesmo tipos de memória diferentes.
Em 2010, uma conferência sobre a importância dos órgãos , em Al-Hasa, o Dr. Abdullah A. Abdulgader, citou dois nomes pioneiros na area, Dr. Rollin McCraty do Instituto California's HeartMath e Jeffrey Ardell, professor de Farmacologia e vice chair nas pesquisas da Quillen College of Medicine no Tennessee. E ainda fez a seguinte afirmação: “Esses neurônios estão dando ordens ao cérebro, o que implica desenvolvimento de personalidade e tomada de decisões (...) O que também foi revelado é que o coração está mandando mais sinais ao cérebro do que vice-versa. Então você sabe quem é o líder no seu corpo.”
Além de levantar a polêmica ética na questão de “desligar os aparelhos” em casos de morte cerebral, por exemplo. A descoberta de neurônios no coração gera novas pesquisas todos os dias e quem sabe pode vir a trazer novos tratamentos para doenças como depressão, síndrome do pânico e etc. E uma parte não tão importante, mas ainda assim relevante, nós sabemos agora porque o coração “dói” quando temos uma grande decepção sentimental. Eu, M. e todas minhas amigas do colegial, com certeza, utilizaremos bem essa nova descoberta! E vocês? O que acham de pensar com o coração!?
Até pouco tempo atrás, testes de QI, feitos no ‘vintage’ papel e caneta, eram a única forma de determinarmos o “quociente de inteligência” de uma pessoa. Uma pessoa que poderia ser tanto extraordinaria, um PHD em Matemática, por exemplo, e ao mesmo tempo ter o exato mesmo número de quociente do que uma outra pessoa tambem extraordinária, porém um músico.
Em 82 o psicólogo americano Howard Gardner refutou o conceito do QI mundialmente com sua hipótese das múltiplas inteligências, que intencionalmente divide em 8 categorias diferentes e as descreve como inteligências “dedicadas” aonde ele explana sua tese citando exemplos de pessoas com excepcional habilidade espacial e matemática (um jogador
de xadrez) e destituidas de inteligência interpessoal. Desde 2003 pesquisas neurocientificas tem revelado resultados mais esclarecedores sobre como nosso cérebro reage passo a passo numa resolução de um problema e em outros vários momentos chaves de percepção.
Em Pequim, Novo México, Madri, Califórnia; Neurocientistas do mundo inteiro processando novas pesquisas, validando e resgatando outras antigas agora possibilitadas pelas Neuro Imagens, chegando a novas conclusões como as diferenças do cérebro masculino e feminino e ainda resultados que derrubou antigas “certezas”, como a descoberta de que a inteligência atinge sim a massa cinzenta, pois é dependente de suas conexões á massa branca.
É a velocidade dessas conexões (sinapses) que permitem o rápido fluxo de informações, porém os mesmos cientistas alertam que os resultados desses testes não “contam toda a verdade” e o novo desafio é identificar áreas cerebrais com habilidades específicas e a partir dessa nova premissa. Eles ainda vislumbram o dia em que o teste de QI e consultas vocacionais serão substítuidos por tomografias. Você consegue imaginar trocar o divã do consultório pela tomografia no laboratório? Pois se prepare, pois a cada dia que passa estamos mais próximos desse dia!
PROCRASTINAÇÃO; Para uma criança podes soar como “palavrão de adulto”, mas ultimamente a palavra tem circulado (e se popularizado) por mídias e redes sociais em diferentes culturas ao redor do mundo.
A Procrastinação tem sido mais estudada na ultima década, principalmente no foco da neurociência, porém existem varias pesquisas nessa e em outras áreas como psicologia que conectam a procrastinação a vícios e até mesmo os que se dedicam a medicação da “doença” com anfetaminas, intuindo produzir efeitos niveladores no sistema límbico.
Ao contrário do mito (e de como nós sentimos) não é porque somos “vagabundos” ou não gerenciamos bem o nosso tempo, a culpa não é totalmente nossa (sim, os ciêntistas afirmam!) NÃO SOMOS NÓS QUE PROCRASTINAMOS É NOSSO CEREBRO! O problema aparentemente é uma “guerra particular” que acontece entre o sistema límbico e o córtex pré-frontal! O sistema límbico é culpado de incluir nossas emoções e vontades subconscientes, é uma das mais velhas e dominantes partes do cérebro, e ainda pior, tem a mania de fazer as coisas “automaticamente”. Já o córtex pré-frontal é mais “novo e fraco” (em termos evolutivos) e apenas quer resolver o problema, finalizar a situação, porem sua “jovialidade” em termos de evolução, acaba perdendo para o sistema límbico por não possuir a mesma “automatização”. Como um carro a álcool, é muito mais difícil fazer o córtex pré frontal “pegar”, e no momento em que você não esta “conscientemente engajado” na desafiante tarefa a ser realizada, o sistema límbico domina, sucumbe ao que é imediatamente recompensador, ao que nos faz sentir “bem”, como checar seu status no facebook/twitter ou pegar uma revista para... PROCRASTINAR CLARO! Resumindo: Você se sente super bem na hora, e depois, bem, depois você lembra da tarefa e pensa na cara do seu chefe, ou na prova que vai fazer amanhã e no fato de que estudar, bem estudar ficou pra depois!
Todo mundo conhece a terrível sensação do “deixei pro ultimo minuto” não difere se é entregar aquele relatório importante pro chefe, ou comprar o presente de natal pra cunhada ou marcar o temível dentista. Como evitar? Poderia postar 10 links abaixo com as dicas mais clichês do mundo; exemplos: comprar uma agenda organizadora, ou um app novo que faca o mesmo e ainda com mais eficiência. Eu dou apenas o seguinte conselho; optimize sua procrastinação!Trabalhe “com” e “em volta” dela! Se conheça, identifique seus momentos de procrastinação, analise-os, entre na guerra que esta acontecendo no seu cérebro e faca acordos de paz entre as partes! Enfim, PROCRASTINE COM CONSCIÊNCIA!
Nunca se falou tanto em cognição, neurociência e outras palavras muito mais complicadas nos últimos tempos. Não é pra menos que estamos na Década da Mente, nós nunca estivemos tão cientes de como “funcionamos”. Somos bombardeados por essas informações todos os dias, como as ciências cognitivas estão mudando a forma de aprendizado na escola do seu filho, como “marketeiros” utilizam as neuroimagens (tomografia computadorizada, ressonância magnética funcional e tomografia por emissão de pósitrons) para descobrir nossas preferências mais íntimas e imprimi-las nas mais diversas publicidades que convivemos todos os dias.
O desenvolvimento tecnológico acelerado que temos vivido nos últimos anos nos possibilitou o conhecimento científico necessário para as recentes descobertas neurocientíficas. E essas mesmas descobertas reabriram grandes questões universais como a concepção da mente, como a da razão e emoção que dos Gregos aos Neurocientistas sempre trouxe muita polêmica e discussão. “E como isso afeta na minha vida, que não sou neurocientista?” Esse conhecimento veio na hora exata pra você que sempre quis entender porque reagia de tal maneira quando confrontado no trânsito ou porque chora em filmes emotivos, mas não apenas isso! As nossas emoções são ao mesmo tempo óbvias e misteriosas, com esses novos conhecimentos e a facilidade de aplicá-los no nosso cotidiano pode exercer talvez a mudança que você precisava pra finalmente lidar com algumas características/jeitos que você mesmo não entende em si próprio.
Estimulação Magnética (sim, imãs) são utilizados para ajudar na depressão, gadgets eletrônicos inseridos cirurgicamente mandam impulsos elétricos para evitar o encolhimento da massa cerebral em pacientes com Alzheimer. Parece filme de ficção científica, mas esses procedimentos citados já foram testados com sucesso pertinente e têm trazido furor na área. Agora só resta a pergunta; você quer se conhecer mais? Está pronto pra lidar com a real capacidade do seu cérebro, mensurar como toma suas decisões e como pode otimizá-las? Se todas as respostas foram afirmativas, não se preocupe, continue lendo, as próximas materias cobrem essas evoluções e como elas podem mudar nossas vidas.
O medo é uma emoção que surge para nossa própria proteção. Desde nossa infância o medo nos protege, ás vezes de situações de perigo mortal ou até mesmo emocional. Segundo o professor assistente da Escola de Medicina de Harvard e membro do NeuroBusiness Group, Srini Pillay, , o cérebro é constituído pelo subcórtex - que pode ser chamado de cérebro primitivo por responder pelos instintos humanos e pelos sentimentos - e pelo córtex - denominado novo cérebro e que diz respeito ao pensamento e como balanceamos nossas emoções á ações correspondentes.
Os neurocientistas estão descobrindo cada vez mais que o sentimento é uma parte crucial da inteligência e, por isso, o subcórtex tem ganhado cada vez mais destaque. Com o intuito de entender a liderança, o grupo de Harvard se volta para a amígdala, presente no subcórtex, É nela que são registrados os medos das pessoas e, como a amígdala tem ligações nervosas com outras partes do cérebro, como o lobo frontal, que é responsável pela atenção, avaliação de risco e as tomadas de decisões, conclui-se que o medo consciente e inconsciente pode interferir na ação e, consequentemente em tudo relacionado ao mundo e o que fazemos dele. Um bom exemplo disso é a atual situação de “pânico” que tem dominado os investidores da Bolsa, que têm estado instável nas últimas semanas e somada a Crise o medo de perder tudo fez vários investidores apertarem o “botão do pânico” e venderem todas as suas ações. O que pode acabar gerando uma situação de pane econômica em âmbito mundial.
Lidando com o medo Todos vivemos cercados de medos: de demissão, recessão e da falha, só para citar alguns como exemplo, e o caminho para lidar com ele é criar um contexto para emoções positivas. "A amígdala 'late' assim que há algum sinal de medo. Se quiser usá-la para reverter a situação, traga uma emoção positiva bastante forte", aconselhou Pillay.
Confira abaixo outras orientações para administrar os medos por meio da neurociência:
§ Reoriente seu pensamento para o curto prazo;
§ Seja explícito sobre riscos e recompensas, para não dar liberdade ao cérebro tirar conclusões inconscientemente;
§ Reformule os objetivos atuais, impondo ideias positivas, recompensas e sucessos. "Ao transmitir essas informações para o córtex pré-frontal, a amígdala criará um ambiente mais propício ao cérebro, ajudando em vez de frustar.
* Vídeo da música Miedo - Lenine Feat Julieta Venegas (Acústico MTV)
A neurociência e suas aplicações têm sido amplamente exploradas pelo setor de marketing. Não se faz mais uma análise do produto “internamente”, as grandes empresas como a Coca- Cola, Nestlé, Procter & Gamble, Kraft Foods, Unilever e outras, vêm se preocupando cada vez mais com o “insight” do consumidor e seu ponto de venda (loja, supermercado e etc...). Sim, empresas que fazem esse tipo de pesquisa estão crescendo e ganhando cada dia mais espaço nesse mercado ainda pouco explorado no Brasil.
O termo “Shopper Marketing” se aplica por uma análise ínfima de todo o “ambiente” em que o consumidor realiza suas compras e do próprio. Essa análise vai desde o estacionamento, manobrista, sinalizações adequadas e desmascara informações, que não seriam consideradas previamente. Como, por exemplo, uma análise de uma loja de roupas para a Classe A, aonde o fato de o ar condicionado estar sempre em uma temperatura baixa, fazia com que os clientes não aproveitassem seu tempo de visualização dentro da loja, compravam rápido e sem tempo para aquela segunda olhada. Perda pros negócios!? Sim, definitivamente! No Brasil já existem em torno de 8 á 10 empresas que realizam esses serviços, como a Saatchi & Saatchi X – multinacional já presente em 16 países diferentes, e a ToolBoxTM, que lançou o livro “Shopper Marketing – a Nova Estratégia Integrada de Marketing para a Conquista do Cliente no Ponto de Venda” que dá a seguinte definição da ferramenta: uso de estímulos de marketing baseados no entendimento do comportamento do shopper para melhorar a experiência da compra, criando valor para fabricantes, varejistas e clientes finais.
A abordagem específica sobre o consumo e o consumidor vêm gerando insights polêmicos e até revolucionários. “Para cada etapa da jornada de compra, existem métodos para a coleta de dados”, afirma Stella da Shopper Experience, que criou um banco de dados de mais de 200 mil shoppers, com os perfis mais distintos e treinados para a função, existem filmagens, análises, profissionais “espiões” posando como consumidores, e etc. O Shopper, segundo o ToolBoxTM, reage a estímulos mais específicos, é insensível a informações que, fora da loja, parecem pertinentes, e se influencia por motivos que precisam ser compreendidos de forma clara, e objetiva, quase uma ciência.
*Extraído da Reportagem da Meio e Mensagem do dia 15/08/11
Desde, os especialistas em neurofinanças estão detectando um fenômeno interessante que vem acontecendo desde a grande crise de 2.008. Matéria interessantíssima da Julie Creswell do The New York Times.
Bradley Alford, um gestor financeiro em Atlanta, acaba de apertar o botão do pânico.
Bem não exatamente. Alford acaba de apertar a tecla do seu computador que aciona o equivalente em termos de Wall Street á opção nuclear: venda tudo.
Ele estava agindo sob ordens de dois clientes ricos que ficaram tão alarmados com as perspectivas turbulentas que preferiram pular fora das Bolsas, passando para um fundo mútuo relativamente isolado de um colapso no mercado.
“Eu nunca, nunca fiz isso antes!”, diz Alford, presidente da Alpha Capital Management. “Foi inédito”.
Num artigo de Alastair Gee publicado no NYT em maio de 2011, um dado muito interessante sobre Depressão é investigado.
Não se pode dizer que o artigo seja surpreendente, já que ele traz luz a um assunto que muitos psicólogos já perceberam, que é o perigo do excesso de generalização. Como todos sabem, há pessoas que tendem a generalizar excessivamente as coisas. E o grande perigo disto é que memória e emoção estão intimamente ligadas, o que faz com que muitas pessoas tenham reações emocionais com alta intensidade relacionadas ao seu passado afetivo.
A memória é dinâmica, já que em diferentes épocas da vida nos lembramos de fatos de uma maneira diferente. Uma viagem malsucedida e cheia de imprevistos pode ser tornar numa história divertida tempos depois. Um pneu furado numa noite chuvosa pode se tornar num momento de reflexão positiva posteriormente. Mas quando supergeneralizamos e nossa memória registra que “todas nossas viagens foram catastróficas”, ou “sempre meus carros quebram” a história começa a ficar complicada. De acordo com a matéria, pessoas com perfil supergeneralizador tem maior tendência a depressão que pessoas que contextualizam com mais facilidade suas memórias.
O curioso é que o chefe desta pesquisa em Oxford, Dr. Mark Williams, sugere um tratamento que aparentemente é contraintuitivo: O de vasculhar as memórias dolorosas, ao invés de tentar esquecê-las. Só assim a pessoa poderá ter maior contextualização de sua emoção e equilibrar melhor os sentimentos que têm em relação a fatos do seu passado. Também aí, não há novidade, já que o Freud já propôs esta metodologia com a psicanálise. Mas sempre é importante ver que são cada vez mais sólidos os fundamentos científicos de que precisamos compreender os fatos que passamos para vivenciarmos uma emoção saudável em relação a eles. Obviamente “saudável” não significa apenas “positiva”, saber lidar com a perda é fundamental. Mas transbordar os sentimentos de maneira desenfreada parece cada vez mais o caminho para transtornos como a depressão.
Hoje a cena mais comum que vemos em restaurantes e bares, nessa era pós-twitter, e as vezes até mesmo em bistrot’s franceses carérrimos, são casais em suas próprias telas, conectados em seu próprio mundo virtual, mal prestando atenção na pessoa sentada ao seu lado. Os dispositivos móveis, como Iphones, Androids e SmartPhones causaram uma modificação tão brusca no comportamento social humano que desencadearam uma NECESSIDADE de educação. Sim, a mais pura e simples educação, aquela que um dia nossos pais nos ensinaram, como por exemplo; a sempre usar as palavras “Por Favor” e “Muito Obrigada”.
Uma pesquisa nos Estados Unidos (Ipsos *) mostrou que 90% dos usuários são mal educados na vida “real”. Traduzindo; eles deixam pessoas “reais” falando sozinha enquanto têm o desespero de se manter conectados com o resto do “mundo” entre muitas outras grosserias que esses mesmos dispositivos às vezes geram no convívio social.
Essa cena veio se tornando tão comum, que a Estilista Ingrid Zweifel, decidiu fazer seu TCC, na escola Parsons The New School of Design, sobre o tema. Após conversar com uma amiga, que lhe contava o quão romântico o par dela havia sido, apenas por ter deixado seu celular em casa, a tese surgiu “ My phone is off for you” ou traduzindo “Eu desliguei meu celular para você” . Após estudos e pesquisas em novas tecnologias, Ingrid, desenvolveu o kit mais romântico do momento.
Composto apenas por 3 bottons com a frase, um adesivo bem desenhado e um guardanapo que podemos no mínimo chamar de mágico, pois além de estar estampado com o lema “My Phone is off for you” ele é feito de um material especial que literalmente BLOQUEIA o sinal de qualquer aparelho. Ou seja, durante o jantar, que normalmente é a única refeição aonde compartilhamos nossa vida com família, namorados(as) e etc, você enrola seu celular no guardanapo e bloqueia o “resto do mundo” da sua conversa. Romântico, não!? Pra dar um toque ainda mais especial nesse “new –romantismo”, o cavalheiro ainda têm o charme de poder enrolar o lenço no bolso do paletó com a frase em destaque.
Os produtos estão a venda desde Novembro do ano passado, no site da Designer http://www.ingridzweifel.com/ , e segundo a própria sua campanha, que pra ela se estendeu aos seus domingos, pois não se “conecta” a nada, as vezes nem ao menos a ela mesma; “Um dia, percebi que, depois de um ano de uso do meu iPhone, eu nunca mais havia me perdido, nunca mais havia parado pra pedir informação, que preferia mandar sms’s do que ligar, percebi que não estava interagindo com o mundo tridimensional, apenas seguindo o pontinho azul do meu avatar na interface do Google Maps. Eu vi que estava perdendo muita coisa, apenas por tentar a rota mais fácil.” Finaliza a Designer, qual objetivo é que daqui alguns anos o costume se torneum hábito, e gadgets como o guardanapo “mágico” não serão mais necessários. A educação sempre começa assim, essa foi uma ÓTIMA invenção, até mesmo, para a conscientização dos usuários, pois segundo o Ipsos apenas 60% deles sabem que estão sendo “mal- educados” ao usar seus aparelhos em convívio social.
E quem disse que o romantismo NUNCA poderia ser reinventado nunca considerou a capacidade da mente humana de se reinventar a cada segundo...
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*Ipsos- A pedido da Intel, a pesquisa foi realizada online nos Estados Unidos pela Ipsos, entre 10 de dezembro de 2010 e 5 de janeiro de 2011, com 2.000 adultos americanos com idade igual ou superior a 18 anos e com uma margem de erro de mais ou menos 2,2 pontos percentuais.
Lie To Me é uma série televisiva americana que estreou na FOX em 21 de janeiro de 2009, chegando ao Brasil oito meses depois, no canal FOX Brasil. Sempre na mídia e trazendo muita polêmica, a série se baseia no trabalho do Dr. Paul Ekman, um psicólogo e expert em linguagem corporal e expressões faciais, aonde o personagem principal, o fictício Dr. Lightman utiliza os resultados da pesquisa para “ler” as emoções a partir das expressões faciais. Segundo o próprio Dr Ekman “...Por ser um drama, e não um documentário, o Dr. Lightman não é tão engajado á interpretar o comportamento humano quanto eu. As mentiras são descobertas muito mais rapidamente do que na realidade...” (retirado do blog do Dr.)
Em cada episódio, a trama é desenvolvida provocantemente, levantando questões éticas envolvidos em perpetuar e revelar mentiras, utilizando polêmicas imagens de políticos americanos de exemplos, como a popular imagem e frase do ex Presidente Bill Clinton em relação ao caso com a secretária Monica Levinski.
Existem estudos e pesquisas que dizem que o Ser Humano mente pelo menos 3 vezes a cada 10 minutos, outras dizem que os homens mentem o dobro do que as mulheres, o que você acha!? Você consegue identificar quando mentem pra você!? E quando você sabe, o que você faz?
Você vai se sentir realizado quando tudo o que você falar ou fizer as pessoas adorarem, ou acharem incrível? Muitos querem ser admirados, raras são as pessoas que não querem que os outros gostem delas.
Já que um sem-número de pessoas preenche pesquisas de comportamento (a maioria para ver no quadrinho final se ela está num grupo que possa ser considerado "normal"ou "aceitável"), resolvi oferecer uma pequena reflexão neste sentido:
Você quer ser admirado? Por que?
Vou restringir um pouco nossa conversa para não ficarmos divagando sobre o monte de ramificações que o Sucesso ou o Fracasso podem ter.
Você vai se sentir realizado quando tudo o que você falar ou fizer as pessoas adorarem, ou acharem incrível? Muitos querem ser admirados, raras são as pessoas que não querem que os outros gostem delas. No fundo, mesmo as pessoas que fazem de tudo para serem odiosas e insuportáveis também estão querendo ser admiradas. Duplamente até: Pela negação. Uma vez Orlando Villas Boas, famoso indigenista já falecido, me contou que em várias tribos do Araguaia o Feiticeiro faz de tudo para ser execrado pela aldeia toda. Fazendo uma análise simplificada, é como se ele quisesse chamar a atenção pela rejeição, destacar-se por ser o oposto do que as pessoas esperariam dele. Na adolescência muitos passaram por isto: Querer ser contra, mesmo não sabendo exatamente contra o quê. Antagonismo na busca pelo Protagonismo.
Mas digamos que não seja este o seu caso. Que você deseja ser admirado, querendo que as pessoas enalteçam seus comentários, suas idéias e atitudes. Dentro desta situação, temos duas vertentes: 1 - Você quer ter idéias brilhantes, quer crescer profissionalmente, emocionalmente e espiritualmente. Quer que o que sai de sua mente, do seu coração e de suas ações seja tão bom que esteja acima da média do que acontece no mundo, ou: 2 - Você quer que as pessoas te admirem tanto, mas tanto, que mesmo que você faça ou fale qualquer besteira todo mundo resolva bater palmas, atônitos de tal maneira com sua grandeza pois simplesmente perderam o senso crítico e acham tudo que vem de você maravilhoso.
Repare que o resultado é praticamente o mesmo, mas o fator gerador é totalmente diferente. Na primeira, há algo de legítimo e "nobre", por assim dizer. O crescimento pessoal, emocional, espiritual ou profissional (ou todos juntos) levaram o indivíduo a estar num plano superior, uma referência para a raça, alguém que todos admirem pelos méritos alcançados a preço de trabalho, reflexão, desenvolvimento ou qualquer coisa que envolva uma evolução pessoal. Hoje você é melhor do que você já foi, e parece que a cada dia melhora. No outro caso, é a glória em si que embala o sucesso. São ecos de um sucesso do passado, um acaso do destino, uma posição obtida pela sorte dos astros que colocou a pessoa em evidência que agora usufrui indefinidamente de seu status e prestígio.
Ouviras pessoas, ouvir mais do que elas apenas expressam racionalmente, buscar e validar indícios consistentes do que acontece dentro e ao redor do seu negócio. Como detectar as informações que realmente fazem diferença nos negócios?
Uma marca aparenta ser algo intangível, porém ela é palpável no universo da pesquisa. O mesmo vale para o posicionamento dentro de um segmento. Há impacto real nos resultados, e resultados podem significar muitas coisas. Há uma teia de valores associada ao que pode ser considerado "resultado", e muitos fatores impedem ou estimulam o crescimento de uma empresa, um indivíduo ou um grupo de pessoas.
Entre em contato conosco para descobrir qual o melhor caminho para ouvir e qualificar as informações que circundam e se relacionam com seus negócios.